Jamais te esquecerei…

Jamais te esquecerei. Mas chegou a altura de me deixares ir…Deixa-me ser livre!
Estou presa a ti, de correntes invisíveis onde só tu possuis a única chave que as permite abrir. E por isso, imploro-te que me deixes ir. Que me soltes.
De que me serve ser um pássaro se já não tenho asas para voar mais além? De que me serve um violino se não tenho cordas para preencher o mundo de doces melodias?
De que me serve ser mar se não tenho um manto de areia para abraçar? De que me vale ser eu? Uma alma selvagem se tu me mantens acorrentada?
Sinto que tens medo que vá para não mais voltar…contudo não tenhas receio…eu não te vou esquecer. Vou levar-te sempre comigo, mas chegou a hora de me deixares ir!
Devolve-me as asas e prometo enviar-te mensagens através do vento a contar-te as minhas aventuras. Devolve-me as minhas cordas para que, possa espalhar a minha melodia com o violino. Deixa-me ser mar novamente que, prometo abraçar a areia do mesmo jeito que te abraçava para que, no Verão ela te abrace e assim possas sentir-me novamente.
Mas…o que eu mais te peço é que me devolvas! Deixa-me voltar a ser eu! Que prometo ser a rapariga que te virou a vida do avesso!
Deixa-me ir…eu não te vou esquecer…mas agora, é altura de ir!
 Foto de Simples Palavras.
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